A recente teoria de GAIA, a Terra viva, do bioquímico inglês James Lovelock em 1970, teve seu nome sugerido por Goulding, por ver nela semelhança com a concepção dos gregos de GEA.
Foi fortalecida pelos estudos da bióloga norte-americana Lynn Margulis.
O nome Gaia era a deusa da Terra e significava mãe de todos os seres vivos.
Segundo essa Teoria de Gaia o Planeta Terra se comporta como um organismo vivo.
O planeta Terra de acordo com essa teoria é um imenso organismo vivo, capaz de obter energia para seu funcionamento, regular seu clima e temperatura, eliminar seus detritos e combater suas próprias doenças, ou seja, assim como os outros seres vivos, um organismo capaz de se autorregular.
Sendo assim, os organismos bióticos controlam os organismos abióticos, de forma que a Terra se mantém em equilíbrio e em condições propícias de sustentar a vida.
A hipótese Gaia sugere também que os seres vivos são capazes de modificar o ambiente em que vivem, tornando-o mais adequado para sua sobrevivência. Dessa forma, a Terra seria um planeta cuja vida controlaria a manutenção da própria vida através de mecanismos de feedback e de interações diversas.
De acordo com os argumentos utilizados pelos defensores dessa hipótese, a composição da atmosfera hoje parece depender principalmente dos seres vivos. Sem a presença dos seres fotossintetizantes o teor de gás carbônico (CO2) na atmosfera seria altíssimo, enquanto que nitrogênio (N2) e oxigênio (O2) teriam concentrações muito baixas. Com a presença dos seres fotossintetizantes, a taxa de CO2 diminuiu, aumentando consideravelmente os níveis de N2 e O2 disponível na atmosfera.
Com isso essa redução do CO2 favorece o resfriamento do planeta, já que esse gás é o principal responsável pelo efeito estufa, influenciando muito na temperatura do planeta.
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